O Design Gráfico Histórico

Em 1939 a Inglaterra estava em guerra com a Alemanha e criou uma série de cartazes como propaganda de incentivo para o povo. Esses cartazes eram colados por todas as cidades a fim de despertar um único sentimento em todo país. Uma tática de guerra muito bem usada pelo país germânico. Mais da história aqui.

O fato é que, um desses cartazes permanece vivo na cultura , hoje ele é mais um reflexo da busca pela base serena de uma vida agitada, um sintoma da vida moderna.

Sua cor original vermelha deu lugar a outras cores mais suaves e relaxantes, alem disso, a frase também está estampada em roupas bolsas e até canecas. Para comprar. aqui e aqui


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por Alan Dappelfeld

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Sátira

Já falei algumas vezes aqui do The Sartorialist; blog começado pelo fotógrafo Scott Schuman, no qual apenas há fotos de pessoas cujas roupas chamam atenção por seu refinamento na harmonização do design. Mas algo que nunca falei é do The Sortorialist, um blog que, apenas pelo nome, já se percebe a antítese. Vou deixar esta foto como prova do bom acervo imagético deles, mas podem ter certesa que há coisa BEM piores lá; apenas não as coloco aqui por respeito aos de estômago mais fraco…

por Thais Arrias Weiller

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Alan Moore detona 300

É, parece que o gênio criador da maior HQ de todos os tempos, Watchmen, e que está sendo adaptada por Zack Snyder, diretor de 300, não gosta tanto quanto eu da graphic novel de Frank Miller. Alan Moore disse à revista Entertaiment Weekly (quando eles tentaram convencê-lo a saber detalhes sobre o filme de Watchmen) que ele não pretendia nem ao menos ver o trailer da adaptação da sua obra. Alan Moore disse que tem um grande problema com o filme: o diretor Zack Snyder: “Ele pode até ser um cara legal, mas o negócio é que ele é a pessoa que fez 300. Não vi os últimos filmes de quadrinhos, mas particularmente não gostei da HQ 300. Tenho vários pontos a criticar, e tudo que ouvi ou vi sobre o filme parece ter incrementado as críticas, ao invés de reduzi-las: que é algo racista, que é homofóbico e, acima de tudo, totalmente idiota”.

É, Alan Moore é extremamente temperamental e irredutível. Será que Miller vai falar algo em relação a isso?

por Thalita Coelho.

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Brechós Virtuais

Como prometido, vamos falar de alguns brechós na internet, começando pelos tangíveis. Particularmente, eu compro brechó da Tatileine e nunca tive problemas. Como o dela, há varios outros brechós que usam a plataforma do Flickr para expor suas mercadorias; se visitar a seção de amigos dela, há varias opções de outros brechós.

No Compre Compre há muita variedade de itens, todos bem alinhados com o design atual. O problema é que nem tudo é, de fato, usado, por isso não sei bem para que usar o nome brechó. Ainda sim, há várias peças lindas.

No Era meu pode ser seu há várias opções, embora a maioria seja mais recente. No C’est Vintage ms preços são um pouco acima da média, mas os itens são mais diversificados e há MUITAS escolhas em óculos de sol.

Para quem é tamanho P ou menor, o Filet pra quem é Mignon tem muitas opções em peças usadas (não vintage!) de marcas grande aqui do Brasil. Também com peças de marcas brasileiros e só trabalhando com itens novos e semi-novos tem o Mercado das Pechinchas, que trabalha com um preço alto por itens Premium.

O moda to go é o brechó brasileiro com mais cara de loja. Há itens de todo tipo, com todo preço e de toda espécie, mas a maioria são itens usados ou semi-novos com, no máximo 20 anos.

Bem, apesar de próximos e terem ótimas opções para os mais modernos, quem procura itens com mais história acaba ficando na mão na maior parte das vezes se for levar em conta os endereços acima. Não achei nenhum brechó brasileiro que venda pela net peças, de fato, vintage e com valor histórico e, por isto, a parte de brechós internacionais está cheio delas.

O Vintage Textile é um deles. Nele, você pode ter certeza da autenticidade dos itens vendidos. Tal infabilidade é traduzida nos preços… São poucos os vestidos por menos de mil dólares; há casacos de mais de 10 mil dólares… Mas também, é um dos poucos que conheço a trabalhar com peças anteriores à 1920.

O Fashion Dig é interessante por que funciona quase como um mercado livre de peças antigas. Você pode se registrar e vender peças da família para ganhar uma grana ou fazer compras selecionando a década, o tipo de item e a utilização que ele deve ter. É ótimo para pessoas mais seletivas e os preços são mais baixos, mas tem o problema da autenticidade, por isto é sempre bom estar de olho na qualificação do vendedor.

O Day Lab é uma daquelas lojas interessantes; vende peças Vintage junto à criações exclusivas junto à itens mais comuns. Tem uma paleta enorme de itens a escolha, mas boa parte deles são novos e os vintage costumam ter apenas um de cada, por isto é bom ficar sempre atento!

Apesar de tantas opções, o meu favorito ainda é o AdoreVintage. A opção de trajes é menor e não há tantos itens à venda, mas além do site ser lindo, a criadora tem um super comprometimento com a loja. Isto fica claro pelos editorias e pelas fotos de cada peça, todos muito bem feitos, e ainda pelo cuidado que ela tem de, ao compra uma peça que não a agrada do jeito que é, são feitas modificações até esta ficar linda. = )

por Thais Arrias Weiller

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Picnic de Elefante

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Você já ouviu falar em Picnic de Elefante? É muito possível que sim, afinal, a marca surgiu em 2005 e está crescendo a cada dia. Isabela Seghese, dona da marca, conta que o nome “Picnic de Elefante” foi uma idéia em conjunto com a irmã, Mariana Seguese. “Eu queria um nome que fosse fofo e remetesse à infância”, explica.
Foi Mariana quem deu a idéia de Isabela criar uma marca com as confecções que produzia. “Na época minha irmã estava se formando em publicidade e propaganda e ao ver minhas costuras e acessórios achou que seria legal começar a vender e criar uma marca”, conta Isabela.
As vendas são feitas pela Internet. Após os pagamentos feitos por depósitos, as encomendas são enviadas pelo Correio. Além do Paraná, a marca Picnic de Elefante é vendida para São Paulo, Santa Catarina e para a região Nordeste em geral. Os compradores são adolescentes e adultos. Pelo menos uma peça é vendida por dia.
Atualmente, além das bolsas e acessórios, a marca Picnic de Elefante está vendendo moletons. Isabela Seghese afirmou que sempre teve vontade de confeccionar e vender roupas. Ela conta quando teve início essa expansão na marca: “Quando comecei a tirar fotos das bolsas percebi que houve um grande interesse dos clientes pelas roupas que eu confeccionei para as fotos, assim achei que seria a hora certa para começar”.
Isabela recebe a ajuda de uma costureira para confeccionar os moletons, por causa do crescimento da marca. Mas as bolsas ela continua fazendo sozinha. As inspirações, segundo ela, vêm das “coisas fofas da vida” misturadas às tendências da moda.
As fotos da coleção de verão foram feitas por Rafael Saes, aqui em Maringá. Já as de inverno (que traz também os moletons), foram feitas por Rafael Almeida, em Curitiba (atual localidade de Isabela). O site da marca está sendo atualizado, mas as coleções podem ser conferidas no flickr http://www.flickr.com/photos/picnicdelefante.

por Mayah Gasparoto

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Primeiríssimo trailer de Watchmen!

A adaptação da HQ do excêntrico Alan Moore, Watchmen, tem o primeiro e aguardadíssimo trailer. Confiram aqui, no site do Omelete. Estou terminando de ler Watchmen e depois que vi o trailer foi algo tipo assim: CARAAAAAAAAAAAAAAAAAALHO!

Mal a palavra de baixo calão, mas assistam e depois me digam se não foi algo assim.

por Thalita Coelho. (muito muito animada)

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Trajes usados ganham vida nova

Junho de 2006, verão europeu; Françoise, a caminho da praia, resolve dar um up no visual e passa em um brechó para algumas compras. Dentre outras peças, encontra uma pantalona de cintura alta branca (que poderia, muito bem, ter pertencido a Brigitte Bardot), a qual não conseguiu parar de usar durante as férias. Agosto de 2006, lançamento do verão 2007 do prét-a-porte (roupas prontas para o uso) no hemisfério norte, a pantalona estoura em várias marcas como o formato de calça mais promissor para o verão do ano seguinte.

Apesar de tratar-se de uma ficção, a história acima narrada descreve o atual ciclo da moda; maior parte da população está em conformismo com o estilo vigente, algumas pessoas sugerem, conscientemente ou não, uma idéia nova, que é quase que automaticamente fisgada pelos pesquisadores de tendências, colocadas em malotes de estilo e vendidas aos conglomerados e/ou grandes varejistas de moda, por quem são lançadas como a última novidade da estação.

Comumente, a imprensa trata de noticiar estas ideias no lançamento das coleções em grandes eventos, dificilmente tratando de seu período de criação com estas pessoas, conhecido entre os teóricos de moda como inovadores. Um dos locais favoritos para pesquisa e compras destes ditos inovadores, segundo uma integrante da casta, Paula de Alcântara, 17, tendo em vista a variedade de estilos e a diferenciação do que geralmente é encontrado nas lojas.

“Não importa em quantas lojas você entre, todas vendem produtos com muito pouca diferenciação entre si. Na época que a saia godê voltou, todo lugar tinha, fosse em vestido, fosse em saia, mudando apenas o tecido, as cores e um ou outro detalhe. A verdade é que as confecções daqui costumam pegar informação em São Paulo e as de lá pegam na Europa ou nos EUA. Na verdade, todos acabam fazendo quase a mesma coisa” explica Paula, que ainda defende “Mesmo que amaior parte das pessoas procura pensar, agir e se vestir de forma o semelhante possível, não somos todos iguais. As roupas deviam demonstrar nossa individualidade, e não uma massifição coletiva, por isto prefiro comprar em brechós e fazer customizações em casa”.

Além da enorme gama de opções quanto ao estilo, Paula também prefere o brechó por questões financeiras, já que “dinheiro de estudante não dá para quase nada”, mas garante que apesar de ser, de fato, mais barato que roupas novas, a vantagem contábil não é tão grande “Em Maringá, os brechós parecem não saber bem o que fazem quanto aos preços; algumas roupas de material ruim, marcas desconhecidas e mal acabadas as vezes custam mais caro que roupas bem superiores! Uma vez, comprei um blazer da marca alemã Escada Couture com tecido 100% seda por metade do preço de um de polyester”.

Lucas, por outro lado, apesar de gostar, não efetivou ainda muitas compras; apenas três paletós. Porém, foram três compras estremamente racionais, já que levou em consideração “serem peças que queria há algum tempo, por serem de bons tecidos e por terem detalhes interessantes como botões bonitos”.

Bem, nesta minha looonga vida (algo mais que vinte anos), pude passar por muitos brechós. Alguns muito bons, outros nem tanto; mas de qualquer forma, tenho os endereços. Se são uteis a alguém, não sei, mas vou deixa-los aqui em baixo. = )

Brechós ótimos e que recomendo:

Passado Presente – Rua Augusta, São Paulo – (11) 3081-6253
Vó Judith – Rua do Carmo, São Paulo – (11) 3105-4753
Camarim – Rua Antonio de Macedo, São Paulo – (11) 5543-5304
Capricho à Toa – Rua Heitor Penteado, São Paulo – (11) 2137-5926
DeGriffée – Av. Ibirapuera, São Paulo – (11) 5083-4747
Minha Avó Tinha – Rua Dr.Franco da Rocha, São Paulo – (11) 3865-1759
Sinhá Moça – Av. Borges de Medeiros, Gramado, RS – (54) 3286-2762

Alguns não tão bons, mas em Maringá:

Garage Sale – Av. Neo Alves Martins; perto da Duque de Caixias, na direção da Av.Paraná – (44) 3031-6051
Brechic – Esquina da Rua Joubert de Carvalho com Piratininga – Perguntar o telefone do Garage Sale, visto que são da mesma dona e não consta na lista
Maristela Shimabukuro – Rua Martim Afonso Pena, 2776 – (44) 3031-5052
Brechó sem nome – Av. Tamandaré, 734 – (44) 3226-7192

Hoje, não é mais necessário ir à loja para realizar este tipo de compras; pode-se usar apenas a internet. Na segunda feira vou deixar os links de alguns que confio ou que tenham chamado minha atenção (embora alguns destes sejam de outros países e não entreguem aqui… =~)

por Thais Arrias Weiller

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18ª Feira Ponta de Estoque de Maringá

Teve início ontem, aqui em Maringá, às 10 horas da manhã, no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, a 18ª edição da Feira Ponta de Estoque. A feira é organizada pela ACIM Mulher e pelo Sivamar (Sindicato do Comércio Varejista de Maringá). Composta por 325 estandes de 179 empresas, a estimativa é de atender 300 mil pessoas (de Maringá e região e até mesmo de outros estados). Os descontos variam entre 50% e 70% em confecções, calçados, acessórios e até eletrodomésticos.
O interessante é que eventos como esse movimentam bastante a economia da cidade. Muitos empregos surgiram com essa Feira de Estoque. Além disso, é uma oportunidade dos comerciantes se desfazerem dos estoques de inverno e já apresentarem as novas coleções aos consumidores. Um ponto legal dessa Feira Ponta de Estoque, é que o lixo reciclável é doado à cooperativa de catadores de Maringá, a Coopermaringá.
Se você ficou interessado, a feira acontecerá até sábado, das 10 horas da manhã até as 10 horas da noite, no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro.

por Mayah Gasparoto

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Design Simples. Moda e Luxo

Inspirada no simples ato de colar chicletes embaixo das cadeiras, a designer alemã Anna Ter Haar, recém formada na Design Academy Eindhoven na Holanda , cria algo divertido e ousado . Ela, que acabou de mostrar seu trabalho na semana de Design de Berlin, já é inspiração para o mundo da moda.

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O Estilista alemão Niels Klavers, da grife Klavers van Engelen gostou do que viu e logo convidou a designer para criar os óculos da marca, apresentados na MilãoFW. W-2009. O resultado está aí. O que acharam ?

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por Alan Dappelfeld

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Campanha do Pense Moda

A 2ª edição do Pense Moda começa em novembro, mas no site do evento já pode ser vista a campanha de divulgação. O projeto que tem como objetivo ser uma “ponte para o crescimento criativo da moda brasileira”, ontará com palestras, debates e mesas redondas. Tem como um dos curadores Alexandre Herchcovitch. A campanha do Pense Moda foi feita pela agência F/Nazca. Teve como diretor de criação Fabio Fernandes e Eduardo Lima; diretor de arte, Keka Morelle; redator, André Faria e produtor gráfico, Jomar Farias.
As frases utilizam o humor a fim de instigar o público. A que eu mais gostei foi: “Sorteio de bolsas Marc Jacobs no final (Se fosse verdade você viria, né?)”. O site do Pense Moda é www.pensemoda.com.br.

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por Mayah Gasparoto

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